Após o homicídio de Eluá sua própria família doou alguns de seus órgãos a pacientes que esperavam já algum tempo pela cirurgia de transplante. Então muitos se perguntavam qual é a posição da Igreja com relação a doação de órgãos. Ela é contra ou a favor?
Segundo o Papa Bento XVI, o transplante de órgãos é um ato de amor seja em vida ou em morte. Bento XVI, anos antes de se tornar papa já andava com sua carteirinha, já disposto a doar seus órgãos caso alguém precisasse. Ele já foi até membro de uma organização de doação de órgãos. Mas o papa nos diz que os transplantes não podem converter-se em objeto de mercado. Infelizmente existe tráfico até de órgãos e que inclusive crianças são afetadas por tal maldade. De acordo com o catecismo da Igreja Católica “o transplante de órgãos é conforme à lei moral se os riscos e os danos físicos e psíquicos a que se expõe o doador são proporcionais ao bem que se busca para o destinatário. A doação de órgãos após a morte é um ato nobre e meritório e merece ser encorajado como manifestação de generosa solidariedade”(CIC 2296).
Então a Igreja é a favor e até incentiva a doação de órgãos mas condena todo tipo de abuso em relação aos transplantes. A Igreja como promotora da vida e vida em abundância deseja que seus filhos sejam todos beneficiados desde de que não provoque o mal de nenhum. O transplante de órgãos é uma forma concreta da caridade cristã e que difunde a beleza da solidariedade entre as pessoas. Bento XVI até diz que “será necessário superar preconceitos e mal-entendidos, dissipar desconfiança e medos para substituir por certezas e garantias, permitindo que cresça em todos a consciência cada vez mais difundida do grande dom da vida.”O papa tratou deste tema bastante relevante ao receber um grupo formado por médicos e especialistas em bioética, convocados pela Academia Pontifícia para a Vida.
A Igreja Católica também nos alerta que “é moralmente inadmissível provocar diretamente mutilação que venha a tornar alguém inválido ou provocar diretamente a morte, mesmo que seja para retardar a morte de outras pessoas”(CIC 2296). Como o próprio mestre Jesus Cristo nos diz “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância”. Sejamos portanto defensores e promotores da vida como Ele mesmo nos ensinou.
Segundo o Papa Bento XVI, o transplante de órgãos é um ato de amor seja em vida ou em morte. Bento XVI, anos antes de se tornar papa já andava com sua carteirinha, já disposto a doar seus órgãos caso alguém precisasse. Ele já foi até membro de uma organização de doação de órgãos. Mas o papa nos diz que os transplantes não podem converter-se em objeto de mercado. Infelizmente existe tráfico até de órgãos e que inclusive crianças são afetadas por tal maldade. De acordo com o catecismo da Igreja Católica “o transplante de órgãos é conforme à lei moral se os riscos e os danos físicos e psíquicos a que se expõe o doador são proporcionais ao bem que se busca para o destinatário. A doação de órgãos após a morte é um ato nobre e meritório e merece ser encorajado como manifestação de generosa solidariedade”(CIC 2296).
Então a Igreja é a favor e até incentiva a doação de órgãos mas condena todo tipo de abuso em relação aos transplantes. A Igreja como promotora da vida e vida em abundância deseja que seus filhos sejam todos beneficiados desde de que não provoque o mal de nenhum. O transplante de órgãos é uma forma concreta da caridade cristã e que difunde a beleza da solidariedade entre as pessoas. Bento XVI até diz que “será necessário superar preconceitos e mal-entendidos, dissipar desconfiança e medos para substituir por certezas e garantias, permitindo que cresça em todos a consciência cada vez mais difundida do grande dom da vida.”O papa tratou deste tema bastante relevante ao receber um grupo formado por médicos e especialistas em bioética, convocados pela Academia Pontifícia para a Vida.
A Igreja Católica também nos alerta que “é moralmente inadmissível provocar diretamente mutilação que venha a tornar alguém inválido ou provocar diretamente a morte, mesmo que seja para retardar a morte de outras pessoas”(CIC 2296). Como o próprio mestre Jesus Cristo nos diz “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância”. Sejamos portanto defensores e promotores da vida como Ele mesmo nos ensinou.
Um comentário:
Oi...Meu irmão,tudo bem? Eu gostei dessa sua formação:Doar os órgãos para as pessoas que necessitam. Geralmente, quando você morre,só o seu cérebro deixa de funcionar, mas os seus outros órgãos são acessíveis. Assim, você dá possibilidade para as outras pessoas viverem! Que Jesus lhe abençoe com essa sua missão de ajudar a sociedade com esse dom que você tem, porque o seu blog tem um diferencial entre o meu: porque você tem um outro método de evangelizar. Fique com Jesus!
Postar um comentário